A história do deputado que falava sozinho enquanto todos os outros saqueavam a nação!

2002: PT eleito. 2006: PT eleito. 2010: PT eleito. 2014: PT eleito. O Congresso Nacional todo comprado, servindo apenas de um mero carimbador para os projetos de lei que vinham do Executivo e como “sócio” do Governo em maracutaias.

Nesse cenário, um Deputado Federal destacava-se (negativamente), falando sozinho no Plenário, em discursos de forte oposição à política da época, nadando contra a maré de roubalheira desenfreada e de fisiologismo.

Ninguém o levava a sério, e até mesmo o ridicularizavam, já que ele era motivo de chacota.

Agora, que ele é Presidente da República, e continua se mantendo firme e fiel aos mesmos princípios que sempre teve, ao primeiro sinal de que seu governo será mais difícil do que alguns pensavam, já vejo gente desanimada, e disseminando histerismo nas redes sociais e na internet.

Você, que não aguenta 9 meses de um governo que, antes mesmo de tomar posse, já sabia que receberia forte oposição e sabotagem de todo o sistema (incluindo-se aí os outros 2 Poderes e o próprio Executivo, com setores da administração pública indireta, como universidades, além da totalidade da mídia do país), sem dar chilique e ficar nervoso, com crises de ansiedade e pânico: quer um conselho?

O mundo não tem lugar pra gente fraca. Se for o seu caso, que já desistiu do Presidente que ajudou a eleger (obviamente, estou escrevendo para quem votou em Bolsonaro, ainda que no 2º turno por “falta de opção”, como gostam de falar) e do Brasil, saia das redes sociais e da internet, e vá viver a sua vida tranquilamente, tentando ter paz de espírito.

Não fique contaminando pessoas que têm fé e esperança, e que acham que o que fazem juntas, conscientizando todos sobre a necessidade de se empenharem para o Governo dar certo, é importante para o Brasil.

Saiba você que, no fundo, Jair Bolsonaro continua lutando sozinho contra essa corrupção que se espalhou e se instalou em nosso país.

Queremos apenas ajudá-lo, para tornar a sua missão um pouco menos dolorosa e seu fardo um pouco menos pesado.

É que nós não vamos simplesmente cruzar os braços, ver o barco afundar e não fazer nada. Não e não. Ficaremos até o final. Até o último homem. Até o último suspiro. Porque sabemos que o que fizemos na urna, no ano passado, não acabou, e nosso pensamento é de longo prazo; a mudança que implementamos em nosso país, quanto à forma de se fazer política, é irreversível.

Mas se isso tudo é demais para você, mais uma vez eu sugiro que saia da internet, para se preservar do sofrimento com as crises de ansiedade e histerismo. Volte em 2022, para ajudar a reeleger Bolsonaro, para continuarmos o trabalho que iniciamos em 2018 (e do qual você participou).

Será muito bem recebido, como sempre. Sabemos que no fundo você quer o mesmo que nós, só que não aguenta a luta, as consequências da batalha, e entendemos isso.

A história do deputado que falava sozinho enquanto todos os outros saqueavam a nação.

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