COMO QUERIA O FORO DE SÃO PAULO, LULA ESTÁ LIVRE… E AÍ? CADÊ A “ONDA VERMELHA” NO BRASIL?

Por Erick Guerra – O Caçador

Nesse artigo devastador, fique por dentro das relações entre o Foro de São Paulo, os distúrbios em série nos Países Sul Americanos, a soltura de Lula da Silva e um tanto de outros fatos republicanos (ou não)!

O Foro de São Paulo-

Em fins de julho de 2019, aconteceu na cidade de Caracas, capital da República Bolivariana da Venezuela, mais uma reunião da sórdida organização socialista internacional denominada FORO DE SÃO PAULO. Para os que ainda não são conhecedores dessa nefanda agremiação de Esquerda, basta saber que ela reúne em seus quadros grupos terroristas, facções narcoguerrilheiras, “companheiros” de “partidos políticos comuns” (como os brasileiros PT, PDT e PC do B) e ditadores marxistas de vários países, entre outros espécimes de mesmo naipe, numa articulação de cooperação transnacional – uma espécie de “Internacional Socialista” revolucionária (como originalmente proposta por Karl Marx) em jurisdição latino-americana.

Na citada edição de julho do Foro de São Paulo, sob os auspícios do Ditador Socialista Nicolás Maduro, foram tramados planos para a reconquista da América do Sul pelos “progressistas” que, apeados democraticamente do Poder aqui e ali (como foi o caso no Brasil) decidiram partir para um “tudo ou nada” nos moldes do contumaz modus operandi que possuem há mais de um século: difusão de mentiras à exaustão (a tal propaganda revolucionária), corrupção de autoridades (cooptação) e aparelhamento das estruturas do Estado (ocupação dos espaços), insuflação das massas para a violência (doutrinação e organização dos proletários), crimes (atos revolucionários) e ruptura da ordem social (revolução, em si) – tudo culminando com um Golpe de Estado (para a implantação de um suposto Governo do Povo, título eufêmico que mascara a sempre-presente Ditadura Socialista opressora do próprio proletariado). Com efeito, os preparativos nacionais locais de parte à parte já vinham em andamento há algum tempo, servindo aquela edição do Foro de São Paulo principalmente como “briefing” e coordenação da “Onda Vermelha” a ser deflagrada em escala continental pelas pessoas e agremiações partícipes do conluio malsão, em obediência à agenda da Organização Socialista.

Nos meses seguintes, vários Países sulamericanos tiveram maciças convulsões internas. Equador e Chile foram os primeiros e, comentando o derramamento de sangue, depredações e caos naquelas Nações, o Ditador Nicolás Maduro declarou publicamente, em fins de outubro: “O plano vai perfeito… Todas as metas que estabelecemos para o Foro de São Paulo estão sendo cumpridas, por isso devemos continuar. Estamos indo muito melhor do que pensávamos”. O próprio Tribunal Superior de Justiça da Venezuela (TSJ) alertou, na mesma época, que “o Foro de São Paulo é o mecanismo utilizado pelas Organizações Criminosas para desestabilizar a Democracia no Hemisfério”. E não por acaso, Maduro, o Ditador ilegítimo da Venezuela, é acusado formalmente pelo Governo dos EUA de ser um dos líderes do Cartel dos Soles, a maior facção de tráfico de drogas do Mundo.


A Maré Vermelha-

Passados alguns meses da realização da reunião do Foro em Caracas, contabilizamos sua influência maléfica nos eventos que alteraram a tranquilidade da Colômbia, Equador, Peru, Chile e Bolívia. Na Argentina e Uruguai o rastro do Foro de São Paulo também está. E quanto ao Brasil?

No Brasil tivemos atos preparatórios (portanto anteriores à própria reunião de Caracas) que incluíram: turbulentas mobilizações sindicais e “estudantis”, sob falsos pretextos (na verdade, ordenadas de dentro da cadeia pelo líder máximo da Esquerda no País, em prol de seus objetivos particulares); A protocolação no Supremo Tribunal Federal (em abril), pelo Partido Comunista do Brasil, de um pedido para suspender a validade da prisão em segunda instância no Brasil, com o objetivo precípuo de soltar da cadeia seu líder presidiário e destruir a Operação Lava-Jato (maior momento de combate à corrupção da história nacional); A rebelde formação de um certo “Consórcio de Governadores” de Esquerda, com agenda internacional “independente” da política de Relações Exteriores do Governo Federal democraticamente instituído; Uma mega orquestrada campanha internacional de terrorismo ecológico e fake news (propaganda revolucionária) a respeito da suposta destruição da Amazônia pelo Governo Bolsonaro (com participações especiais de um cacique indígena que mora há mais de dez anos na França e do polêmico Presidente Socialista Francês que advogou uma “intervenção internacional” contra a soberania do Brasil e foi simplesmente ignorado pela Comunidade Européia); O ataque criminoso de hackers contra altas autoridades do Judiciário brasileiro, com envolvimento comprovado de políticos de Esquerda (incluindo a ex-candidata a Vice-Presidente do País pela chapa de prepostos do tal presidiário e líder esquerdista), bem como de pessoal estrangeiro com antecedentes ligados à espionagem internacional; Viagens ao exterior recorrentes de várias lideranças de partidos políticos socialistas e “entidades progressistas” afins (uma ex-Presidenta nesse meio), no propósito declarado de “denunciar” o Brasil e “discutir” assuntos internos da Nação com representantes de potências estrangeiras (com destaque para a Rússia, Cuba, Venezuela e China). Esses foram apenas alguns dos atos preparatórios do Foro de São Paulo, para o Brasil. Houve bem mais do que isso, é claro.

O fato é que em setembro, portanto em plena Onda Vermelha na América do Sul, o litoral nordestino brasileiro foi banhado por centenas de toneladas de negro óleo, no que se configurou como o maior desastre ambiental marinho da História do País. O silêncio gritante das ONGs eco socialistas, dos Governadores de Esquerda (lembra do tal Consórcio?) e da imprensa internacional (que pouco tempo antes noticiava a morte de girafas da Amazônia) chamou a atenção: a quem interessaria abafar tal tragédia ecológica sem precedentes? Algo evidentemente importante estava sendo encoberto: perícias mostraram que o óleo era oriundo de campos petrolíferos da Venezuela, a investigação comprovou que a carga foi transportada pelo navio petroleiro Boubolina (de bandeira grega) até o exato ponto da costa em que a sua dispersão destrutiva seria a mais ampla possível no litoral brasileiro e, então, despejada no mar – vazamento acidental?

Uma coincidência inquietante veio à tona, no início de novembro, quando soube-se que o enorme vazamento de óleo ocorreu semanas após a denúncia na Operação Lava-Jato (pelo MPF do Paraná) de um esquema de afretamento com propinas envolvendo navios gregos a serviço da Petrobrás e a empresa estatal de petróleo venezuelana PDVSA, sendo diretamente envolvidas as pessoas do ex-Senador Ney Suassuna (MDB-PB) e do ex-Cônsul grego Konstantinos Krotonakis. Segundo a denúncia feita à Lava-Jato pelo MPF, tudo teria acontecido por intermédio de Jonas Suassuna (primo de Ney) e do Engenheiro Juan Carlos Chourio, sobrinho do General Venezuelano Jesus Soárez Chourio (Comandante-Geral das Forças Armadas da Venezuela até 08 de julho de 2019). Detalhe: Jonas Suassuna é apontado pela Lava-Jato como um dos laranjas de Luiz Inácio Lula da Silva no processo do Sítio de Atibaia e também é formalmente sócio empresarial de Lulinha (um dos milionários filhos de ex-Presidente Lula). Há ligação entre as coisas? Só as investigações dirão.

Lula Livre-

Mas eis que chegamos, finalmente, ao nome que rondava todo esse enredo desde o início: o de Luiz Inácio Lula da Silva, Presidente de Honra do Partido dos Trabalhadores (entidade de linha marxista sindicalista), ex-Presidente do Brasil por dois mandatos, idealizador e fundador do Foro de São Paulo, condenado no Brasil por corrupção e lavagem de dinheiro (em segunda instância), apontado pela Operação Lava-Jato como responsável pela implantação de uma verdadeira Cleptocracia (Governo dos Ladrões) na República Brasileira, tendo vários processos criminais federais pendentes sobre si. Aparelhou pessoalmente, ou por meio de prepostos, todas as esferas do Estado Brasileiro com “companheiros” ideológicos. Em outros países de pelo menos três continentes, o nome de Lula aparece em investigações ligadas a desvio de dinheiro público através de contratos com empresas brasileiras – sua defesa alega que ele dava palestras a pedido da iniciativa privada nesses lugares, não tendo qualquer relação com ilícitos. Já ouviu falar no termo “Sistema”? Lula é o Chefe.

Enquanto o óleo venezuelano poluía a costa brasileira, o Supremo Tribunal Federal resolveu pôr em pauta a votação pelo fim da prisão em segunda instância no Brasil, assunto que já havia sido objeto de julgamento há três anos passados e, portanto, sem urgência de revisão (em tese). Porém, o caso é que havia uma gritante “urgência política” para tal votação, qual seja, a soltura do detento Lula da Silva mesmo sem ser inocente e, aliás, julgado culpado por corrupção e lavagem de dinheiro em primeira e segunda instância, após todos os trâmites do devido processo legal.

Como tal vergonhosa “urgência política” pôde ser acatada na mais alta esfera do Judiciário brasileiro é assunto extenso demais para resumir aqui (uma dica: saber a forma pela qual um Ministro do STF é escolhido para o cargo auxilia bastante tal entendimento). Mas o fulcro de tal pressão insidiosa já foi exposto claramente: o Foro de São Paulo e sua agenda de “levantes progressistas para a América do Sul”. É claro que, internamente, o “Sistema” também clamava pela volta de seu Líder, pois há uma profunda crise de abstinência daquelas tetas de dinheiro corrupto que eram tão fartas na Era PT. Muito fácil imaginar um pé-rapado gritar “Lula Livre” com a boca cheia de pão com mortadela… Todavia, onde sempre mais se falou nisso foi nas farras nababescas de gente das “zelites progressistas”: empreiteiros “dos esquemas”, megaempresários aliados, banqueiros, marajás do funcionalismo público, mídia do stablishment, artistas engajados ideologicamente, políticos corruptos, líderes do narcotráfico e milionários sindicalistas – que nunca foram tão ricos e absolutos como na Era PT.

Nos 13 anos de governo PT, o brasileiro BNDES “emprestou” aos aliados estrangeiros do Partido dos Trabalhadores mais dinheiro do que o montante utilizado pelos Estados Unidos para a reconstrução de dezesseis Países da Europa no pós-II Guerra Mundial. Quaisquer outras comparações são desnecessárias: Cuba não se tornou uma Inglaterra, nem a Venezuela aparenta a mínima semelhança com a França. Socialismo, crime e incompetência misturam-se nesse episódio em que uma única coisa é certa: Lula usou o dinheiro do contribuinte brasileiro para sustentar os regimes falidos do Foro de São Paulo. Não é preciso dizer que essa operação de “transferência de riquezas nacionais” resultou num tremendo rombo para a economia brasileira. E também não é difícil entender por que o Foro tem por meta estratégica entronizar esse seu Grande Patrono definitivamente no Governo do Brasil – ou por que é o próprio Lula da Silva quem tem de liderar a Onda Vermelha brazuca – afinal, ele é o Chefe!

Como se vê, muita coisa estava em jogo naquela votação no STF sobre a prisão em segunda instância. É emblemático que o Partido Comunista do Brasil, membro oficial do Foro de são Paulo, tenha protocolado o pedido. Além do já exposto, temos o fato de que o “Bonde Lula Livre” de condenados em segunda instância e presos pelos mais diversos crimes – principalmente os de corrupção política – chega a vários milhares de criminosos. Outros tantos milhares de condenados apenas em primeira instância aguardam em liberdade a justa condenação na próxima instância, que sabem ser apenas uma questão de tempo. E essa massa condenada especializada em política corrupta e compadrios lucrativos tem os mais diversos tipos de relacionamentos (inclusive familiares) com figurões e ex-figurões da cúpula dos Três Poderes. O “Lula livre” da prisão em segunda instância representa a todos esses interesses espúrios e a outros ainda: quanto mais impunidade nesse Brasil sangrado por cerca 60.000 homicídios anuais (dados de 2018), a maioria ligados ao tráfico de drogas, melhor para as Facções Criminosas Prisionais – que tiveram meteórica ascensão durante a Era PT, graças à uma série de novas leis implantando extraordinários benefícios legais para criminosos e à oportunização de facilidades indiretas para escoar cocaína, crack e pasta-base de lugares como a Venezuela de Maduro e a Bolívia do cocalero Evo Morales até os Estados Unidos e Europa, num negócio bilionário que financia os projetos políticos do Foro de São Paulo (como não é de se surpreender). Com a bandeira discursiva dos “direitos humanos” e da “inclusão social”, sob os auspícios do Foro de São Paulo e Governo Federal do PT, o Brasil tornou-se a maior rota mundial do narcotráfico e o segundo maior mercado consumidor de drogas do Planeta. “Lula livre” é o crime, não é o creme – se liga na fita: o Sistema é ESSE!

“A paciência do povo com a direita ultraliberal, fascista e entreguista está acabando em diversos lugares do mundo. Jair Bolsonaro está com os dias contados. A hora do Brasil vai chegar. É questão de tempo. Anotem aí” – publicou em suas redes sociais o Senador Petista Humberto Costa no dia 19 de outubro, num post fazendo referência à violência no Chile e, evidentemente, profetizando o alastramento da “revolução”. Seu entusiasmo é convergente com o sentimento expresso pelo Ditador Nicolas Maduro, exatamente no mesmo dia: “O plano vai perfeito… Todas as metas que estabelecemos para o Foro de São Paulo estão sendo cumpridas, por isso devemos continuar. Estamos indo muito melhor do que pensávamos”. Eles não falavam apenas da convulsão social no Chile, é claro. Poucos dias antes no decorrer daquela mesma semana (14 de outubro), o Ministro Dias Toffoli, o atual presidente do STF brasileiro (e dono de um currículo prévio que inclui consultoria e assessoria jurídica para a CUT e para o Partido dos Trabalhadores, além de préstimos advocatícios em três campanhas eleitorais de Lula, a quem serviu também como cargo comissionado de confiança no seu primeiro mandato presidencial) marcara de forma “inesperada” a votação do pedido do PC do B de derrubada da validade da prisão em segunda instância logo para o dia 17 próximo – e o clima da votação já deu a entrever o resultado favorável aos planos do Foro de São Paulo – que foi obtido finalmente a 07 de novembro, numa segunda etapa da votação. No dia seguinte, Lula foi solto.

E o Chefe saiu da cadeia com ganas de deflagrar a Revolução no Brasil…

O desfecho-

Determinado a incendiar as massas, Luiz Inácio foi imediatamente ao Nordeste, onde os institutos de pesquisa desacreditados insistem que sua popularidade é altíssima. Para sua surpresa, nenhuma multidão lhe recebeu. O Consórcio de Governadores do Nordeste tem uma popularidade baixíssima, por conta das péssimas administrações da Esquerda (seus eleitores sentem-se vítimas de uma espécie de “estelionato eleitoral”).

Em Salvador, impressionou vivamente a platéia de militantes profissionais reunidos pelo Governador petista Jacques Wagner (um dos membros do tal “Consórcio”). A aparência de Lula está acabada, seu discurso inflamado e extremista soa totalmente desconectado da realidade brasileira – e apesar dos modos bajulativos e sorridentes da maioria dos “companheiros”, o constrangimento foi mais que evidente: foi um choque.

É que no ano e meio de prisão que cumpriu, Lula foi alimentado pelas mesmas “propagandas revolucionárias” (fake news) que sua imprensa engajada vende para os incautos. Talvez com o propósito humanitário de não deixá-lo ter uma depressão, os seus aliados mais próximos o enganaram dizendo-lhe que a população brasileira o reverenciava como a um Mandela, reconhecendo-o injustiçado e destinado ao Poder assim que saísse detrás das grades. Seu próprio staff o alienou, do mesmo jeito que faz com estudantes universitários e simplórios fanatizados sem leitura que vivem de expor sua ignorância nas redes sociais. Fato sintomático é que mesmo estes não estão fazendo nenhum alarde pela soltura do “companheiro”… Em verdade, a soltura de Lula destruiu a última causa séria que a Esquerda brasileira tinha: o “Lula livre”…

Em Recife, o Chefe foi recebido com vaias por manifestantes de verde e amarelo. Escondido num ônibus de janelas fumês muito escuras, ouviu a única população que o avistou chamando-o de “ladrão” e mandando-o ir embora do Estado.

Em Mossoró, sem a presença do ídolo, seis gatos pingados fizeram uma “carreata” (com um único carro – o trio que deveria puxar, teoricamente, uma grande manifestação) sob o ridículo das postagens nas redes sociais que os mandava “terem vergonha na cara”, entre outras maledicências.

O povão tomou abuso de Lula e está se lixando para ele. O Consórcio de Governadores de Esquerda reuniu-se com o Chefe e o aconselhou a ir para São Paulo, onde (disseram) talvez as gentes do ABC Paulista (lugar que tem ligações históricas com o PT) poderiam dar a ele uma imagem melhor nesse pós-cadeia. Lula foi.

A cúpula lulopetista em São Paulo, no entanto, decidiu que seria melhor que o evento não fosse aberto ao público. Luiz Inácio Lula da Silva não é mais a liderança populista que se pensava, está longe disso, nenhum povo o segue mais. Melhor não passar vergonha.

Nas redes sociais, o vácuo é semelhante. Lula tenta emplacar vídeos com mentiras e frases bombásticas, mas sua própria militância não repassa. A efígie política de Lula agora é amplamente associada à impunidade de bandidos (ou aos próprios bandidos)… Num País em que a Guerra Civil das Facções Criminosas aterroriza de verdade a população, é cada vez mais cristalino que as soluções dos problemas estão em torno do Presidente Jair Bolsonaro e do Ministro Sérgio Moro – dois homens que o próprio Luiz Inácio declara abertamente que são seus arqui-inimigos. A Onda Vermelha morreu.

Evo Morales renunciou e fugiu da Bolívia, após ser pego fraudando sua quarta eleição consecutiva. O Chile decretou estado de exceção e controlou os arruaceiros de Esquerda. No Equador, o Presidente fez o mesmo. Na Colômbia, idem. No Peru, o Congresso foi dissolvido. O Uruguai elegeu um Presidente de Direita, quebrando quinze anos de hegemonia Socialista. A Onda Vermelha morreu.

Todavia, o Foro de São Paulo agora está exposto.

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