Premiado internacionalmente, Vereza denuncia o aparelhamento das comissões julgadoras do cinema nacional

Até as comissões julgadoras de cinema no Brasil foram tomadas pelo pensamento esquerdista. Eles se apropriaram de tudo e não admitem os que pensam diferente. São implacáveis. São covardes. E ‘censuram’, mas fazem o ‘mimimi’ de que são censurados

É a seríssima denúncia de Carlos Vereza, esse inigualável brasileiro, sempre lúcido, sempre atento e que não se cala.

E ele faz o alerta: “Será uma luta difícil e só terá bom desfecho se o atual governo abrir o diálogo com os setores da cultura, mostrando quem são os verdadeiros inquisidores!”

Eis abaixo a íntegra do texto publicado pelo ator nas redes sociais: “Sem vitimismo: as comissões julgadoras dos festivais de cinema no Brasil estão aparelhadas pela esquerda.

Nem viram meu filme, meu nome foi julgado primeiro por ter apoiado Bolsonaro. Enquanto isso, fui premiado nos Festivais de Madrid como melhor trilha musical original, e em Milão, como melhor filme estrangeiro.

Ao mesmo tempo selecionado para a Mostra de Cine, na Espanha. Comento tal fato, sem ressentimento, mas para mostrar como são covardes, como censuram, ao mesmo tempo que caem no ‘mimimi’ de que são censurados.

Fizeram o mesmo com o documentário Jardim das Aflições, do meu amigo, Josias Teófilo, porque o enredo tratava do pensamento de Olavo de Carvalho. Estão infiltrados em todos os órgãos de cultura e comunicação. Será uma luta difícil e só terá bom desfecho se o atual governo abrir o diálogo com os setores da cultura, mostrando quem são os verdadeiros inquisidores!”

Troféu recebido em Milão
Troféu recebido em Milão Enquanto sou boicotado nos festivais do Brasil, acabo de ser premiado como melhor filme estrangeiro no Festival Internacional de Milão.
Carlos Vereza

jornal da cidade

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