INÉDITO: ex-transgêneros fazem a “1ª Conferência de DEStransição” sexual do mundo

“Meu corpo não está mais saudável”, disse uma das participantes da Conferência

O que especialistas dentro e fora do Brasil alertaram durante anos está se cumprindo. O número de pessoas arrependidas pela chamada “mudança de sexo” é cada vez maior. Infelizmente, às consequências disso não são apenas emocionais, mas também físicas e muitas irreversíveis. Este foi o assunto discutido na “1ª Conferência de DEStransição de Gênero” do mundo.

O evento inédito que significa um marco na luta contra a ideologia de gênero no mundo ocorreu no dia 30 de novembro em Manchester, Inglaterra. A conferência teve o número de vagas esgotado, atraindo 200 pessoas entre ex-transgêneros e especialistas de várias áreas apresentando casos reais de arrependimento pós-transição sexual.

Um dos fatos interessantes que chamam atenção para a Conferência é que ela foi organizada por um grupo feminista chamado “Make More Noise”, que luta contra o radicalismo ideológico do próprio movimento feminista, o qual tem desconstruído a figura da mulher ao longo dos anos

Posie Parker, uma das fundadoras do grupo responsável pela Conferência, afirmou durante uma entrevista que dentro do feminismo atual há uma espécie de “elefante branco” (tabu) que “é a hierarquia que as feministas levantam do chamado patriarcado e o usam para derrotar virtualmente outras mulheres”.

Um dos objetivos da Conferência de DEStransição de gênero, portanto, foi justamente dar voz às mulheres que se arrependeram de modificar seus corpos (pensando que haviam nascido em um corpo errado por serem psicologicamente “homens”), mas não encontraram espaço no meio LGBT para externar tamanha angústia

A reunião foi iniciada por Charlie Evans, que disse: “Não somos motivados pelo ódio. Somos motivados pela solidariedade, irmandade e um forte senso de justiça”, explicou. Apesar disso, o evento precisou ser realizado em um local secreto, pois os organizadores quiseram evitar possíveis retaliações e protestos durante a Conferência. O local da reunião só foi divulgado no dia, exclusivamente para os que adquiriram o ingresso.

A reunião foi iniciada por Charlie Evans, que disse: “Não somos motivados pelo ódio. Somos motivados pela solidariedade, irmandade e um forte senso de justiça”, explicou. Apesar disso, o evento precisou ser realizado em um local secreto, pois os organizadores quiseram evitar possíveis retaliações e protestos durante a Conferência. O local da reunião só foi divulgado no dia, exclusivamente para os que adquiriram o ingresso.

Testemunhos de ex-transgêneros

Várias mulheres contaram suas histórias no evento, como Max, que disse que queria ser homem para escapar da “lesbofobia e assédio masculino”, enquanto outra chamada Kira disse que sempre foi uma “criança não conformada com o gênero”, até que “começou a sentir pressão para se adaptar à feminilidade”.

”Depois de iniciar a terapia hormonal e fazer uma dupla mastectomia aos 20 anos, Kira percebeu que essas coisas não estavam contribuindo para nenhum tipo de auto-aceitação. “Como posso me amar se estou sacrificando minha saúde para mudar tudo o que realmente sou?”, questionou ela.

Elizabeth Johnston, uma das principais ativistas pró-vida dos Estados Unidos, comentou a declaração de Kira expondo como o ativismo de gênero, alimentado pelo movimento LGBT, é por si só uma contradição.

“A totalidade do movimento LGBT foca no ‘amor próprio’ e na ‘auto-aceitação’, mas o transgenerismo está centrado na própria ideia de que você precisa mudar literalmente tudo sobre quem você realmente é para poder se aceitar. É uma completa loucura e realmente expõe o quão oca e perigosa é a ideologia LGBT”, disse ela.

Também esteve na 1ª Conferência de DEStransição de Gênero do mundo o Dr. David Bell, psiquiatra consultor do Departamento de Adultos do Centro Tavistock de Londres, onde está localizado o Serviço de Desenvolvimento de Identidade de Gênero para crianças. Ele disse que os chamados “bloqueadores hormonais” são enganadores.

“A falta de evidências de longo prazo é o maior problema nesse campo”, disse ele, apoiado pela Dra. Hannah Ryan, pesquisadora de doenças infecciosas, que também observou que não há coleta de dados a longo prazo após os bloqueadores da puberdade e terapia de reposição hormonal.

Uma mulher na plateia que não quis se identificar criticou a postura de alguns médicos sobre o assunto. “O que diabos os cirurgiões estão fazendo, chamando isso de redesignação de gênero e cuidados de saúde que reafirmam o gênero? Porque meu corpo não está mais saudável”, disse ela, que fez mastectomia radical nas duas mamas

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