Olavo de Carvalho denuncia genocídio cultural contra cristãos

Há mais de 15 anos, o filósofo Olavo de Carvalho foi a primeira voz a falar na imprensa sobre perseguição aos cristãos ao redor do mundo e o subsequente silêncio em torno disso. Segundo ele, a ausência do tema nas redações demonstra cumplicidade e representa uma etapa da perseguição, o que vai muito além da questão jurídica como “ofensa a símbolos religiosos”.

Diante da polêmica decisão do ministro Dias Toffoli, o filósofo se manifestou nas redes sociais denunciando o que chamou de “genocídio cultural” contra os cristãos.

Afinal, diz ele,

“o cristianismo não é uma comunidade religiosa como qualquer outra, é, por excelência, a comunidade vítima de genocídio nos dias atuais. Não se trata, portanto, de uma genérica “ofensa a culto religioso”, mas de um ato característico de GENOCÍDIO CULTURAL, preparatório do genocídio “stricto sensu”.

Na prática, o ministro Dias Toffoli “liberou” o escárnio e as piadas contra uma comunidade que morre por causa de sua fé. Fazer piadas contra fieis cristãos se tornou lugar comum na grande mídia e no entretenimento, com destaque para o Porta dos Fundos, que há anos faz o seu “especial de Natal”, retratando Jesus Cristo das maneiras mais ofensivas.

Olavo chama a atenção para o fato de que a perseguição física sempre se segue de um levante de ódio e imposição de silêncios por meio da cultura e das leis.

Leia abaixo as postagens de Olavo de Carvalho sobre o assunto:

Qualquer piadinha de gay é crime, mas o escárnio ostensivo ao cristianismo é prática honrada e legítima protegida pelo STF.

Negar ao cristianismo a proteção jurídica que se concede a práticas homossexuais é OBVIAMENTE um ato de GENOCÍDIO CULTURAL, pelo qual acuso, sem meias palavras, o sr. Toffonhonho.

Perdida em abstratismos jurídicos (“limites da liberdade”, “censura versus direitos da arte”, etc.), TODA a discussão do caso Porta dos Fundos é apenas um sintoma da loucura brasileira. O ÚNICO ponto que interessa é sistematicamente ignorado: o cristianismo não é uma comunidade religiosa como qualquer outra, é, por excelência, a comunidade vítima de genocídio nos dias atuais. Não se trata, portanto, de uma genérica “ofensa a culto religioso”, mas de um ato característico de GENOCÍDIO CULTURAL, preparatório do genocídio “stricto sensu”. É absurdo discutir o caso sem nem mencionar esse aspecto.

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