Mantenha distância de gente covarde e alarmista, que é massa de manobra da canalhice da imprensa

Como venho dizendo, a diferença dessa epidemia para todas as outras causas de morte – que matam até muito mais – é que dessa vez quem pode morrer por falta de hospital não é só pobre. As pessoas de classe média para cima, que jamais foram expostas a isso, se tornam alvo fácil da manipulação através do medo.

Enquanto o medo gera um estado de alerta para que as providências sejam tomadas, tudo bem. O problema é quando isso começa a se transformar em pânico, o que impede o raciocínio. Já tem vizinho brigando porque um resolveu sair na rua e outro está cumprindo quarentena em casa. É nessa hora fica muito mais fácil fechas as praias e as estradas, o que passa para a população uma imagem de que “as autoridades estão trabalhando”, do que resolver os problemas logísticos que se acumulam longe dos olhos do povo.

No último domingo (22/03), por exemplo, o ecopátio de Cubatão(SP) tinha centenas de caminhões tentando descarregar. Não era para evitar aglomeração? E não para por aí: conspiradores trabalham incessantemente para derrubar o Presidente da República, mas depois eu falo sobre isso.

Por ora, quem puder, respeite sim a quarentena, seja prudente, tome todos os cuidados, mas projeta, sobretudo, a mente dos que estimulam o pânico desnecessário e sem senso de proporções.

Numa crise, precisamos de homens e mulheres, não ratos e vermes, cuja proliferação vem sendo estimulada por uma parte da imprensa que é comprometida com os vírus da imbecilidade e do oportunismo político.

Confira:

jornal da cidade

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